quarta-feira, 31 de agosto de 2011
A ÚLTIMA CHANCE de Silvia Maria Rocha
Sempre. Até que se feche a ultima Rosa.
Até que se calem as ultimas juras de amor..
Até o ultimo suspiro. no peito de um sonhador.
Até.. O rio não mais buscar o mar.
Até que a terra sugue toda agua cristalina
Até que se acabem os sinais de vida nesta alma peregrina.
Enquanto houver nos trilhos da vida um trem chamado destino.
O vento Ainda esperarei trazendo as palavras de Amor.
QUANDO FLORESCE O AMOR de SINVAL S da SILVEIRA
A vida, parece me abraçar e beijar.
A natureza fala. Entendo e respondo.
Percebo o brilho dourado do sol,
ao mesmo tempo em que admiro
a luz prateada do luar.
Escuto o barulho das águas, como
recadeiro de alguém...
Todas as flores exalam perfumes,
os mais inebriantes, e valorosos como
lapidados diamantes.
As montanhas, as mesmas que sempre vi,
parecem, hoje, abraçar o céu, namorando as
estrelas.
Pintadas de prata, despertam o sabiá atrevido,
que canta saudando a lua, e o sol do amanhecer.
Descubro, então, que o segredo do misterioso
sentimento, reside nas delicadas pétalas de uma
linda e rara flor, chamada, pelos poetas, de amor !
AMOR de vera portella
Amor da minha vida
por voce eu
faço coisas
impossiveis de
se acreditar
toco as
estrelas,
abraço o
vento,
brigo com o
tempo;
voce ja sabe
mais eu volto
a te lembrar
Nosso ceu da felicidade
Sempre aqui, vai estar..
todo dia toda hora
sempre a te esperar
porque voce em minha vida
Veio para ficar...
sábado, 27 de agosto de 2011
O INSTRUMENTO DO POETA de IARA VILELA
São 23, esses auxiliares pequeninos que dominam
o campo das ideias. Sem eles cresceriamos sem
o beneficio do conhecimenteo,da riqueza,
e da revelação da vida .
Esse benfeitor ,nosso
companheiro de trabalho que nos traz
noticias do passado,da astucia
dos nossos semelhantes,da poesia,dos inventos
e outros inumeros pontos de apoio que iluminam nossa mente.
Na verdade não são auxiliares,mas sim um exercito, que se movimenta
dominando o grande pais das ideias, nos tirando da
ignorancia.
Todos nos os conhecemos, porque estão por toda a parte
Receitas,documentos,noticias,outdoors.Alimento dos
artistas,dos escritores, dos poetas que nos enriquecem
ilustrando os nossos sonhos.
Sem a cooperação deles não acessariamos
a tecnologia e o progresso se tornaria extramente dificil.
Aprendemos a trabalhar com esses auxiliares ainda criança
Buscando decifra los, abrindo nossa inteligencia para, a cultura
onde mora a sabedoria. Eles vivem no pensamento de onde se expandem,
amparando os nossos interesses e realizações
,por isso são instrumentos de luzes
que de cerebro em cerebro,capacitam a memoria,
Despertando a educação e edificando caracter.
Sem eles passariamos a vida em desconhecimento uns dos outros.
são o traço de união entre o que foi e o que vivemos agora.
Amigos de nossas criações,instrumentos de materialização
de nossas ideias,
São o CETIM de nossa vida!
Em Algum Canto (de mim) PAULO BERRI
Borbulhavam pensamentos
Nada fazia
Estagnado estava
O sono vencia
Levanto no impulso
Corre um arrepio
Folha em branco:
Desafio!
Cenas. . .
E reminiscências
Eu queria apenas
Expulsar reticências. . .
Mas eis que a palavra surgia
Sem ritmo qualquer
E nem sequer
Maestria
Sem cerimônia
Volto àquele que me moveu
Deixo a vertigem da insônia
Nos braços de Morfeu
Hei você aí desconfiado!
Duvidar de mim, como?
Na inocente mitologia
Morfeu - representa o sono
terça-feira, 23 de agosto de 2011
SILVEIRA E SUA FAÇANHA DE CAÇADOR!! MARIO OSNY ROSA
Silveirinha desde pequeno viveu uma vida de cigano, pois a atividade de seu pai não permitia morar por muito tempo numa cidade, mal Silveira começa a ter alguns amigos no local que seu pai estava destacado, por ser um militar da milícia de seu estado, não esquentava em lugar nenhum.
Silveirinha estudou em várias escolas de seu estado, pois era um menino inteligente e sempre estava entre os primeiros da escola onde estudava, nas horas de folga e nos finais de semana seu passatempo preferido era uma sacola de pelotas e um bom estilingue daqueles preparados pelo seu pai, e nos capões das localidades onde morava, lá estava o Silveirinha numa bela caçada de tico-tico, sabiás, rolinhas, saíras, juritis no final do dia chegava na casa com seus troféus conquistados naquele dia de caçada.
Sua mãe preparava uma panela de água quente e o nosso caçador depenava todos os passarinhos e limpava os mesmos, pois sua mãe só tinha a tarefa de prepará-los com os temperos que só ela conhecia, Naquele final de dia um gostoso jantar com polenta arroz e pão em torno de uma mesa todos se serviam daqueles troféus caçados pelo Silveirinha.
Todos agradeciam a perícia daquele caçador de passarinhos por ter proporcionado aquele gostoso jantar naquela bela noite.
GRANDE ACONTECIMENTO de MARIO OSNY ROSA
Poeta itinerante
Registro o nascimento
De mais um grupo poético.
Agora e nesse momento
Grupo de Poetas da Trindade.
Só o amor a poesia
Na labuta do aprender.
Integrar nos todo dia
A descobrir o novo ser.
Ensinar o mundo a pensar
Elevar a mente do poeta.
Um dia ele vai melhorar
Será logo a grande meta.
Somente a bela poesia
Será o caminho da Paz.
É o momento que desafia
Ajude já se for capaz.
AMOR (Poetrix) Mario Osny Rosa
MOR
O mundo vive a clamar
Por plena sobriedade
Só o amor vai completar.
ESCRITOR (Poetrix)
Belo texto
Sem leitor
Qual pretexto.
TEMPO MODERNO (Poetrix)
Noite escura
Com tanto medo
Insegura a vida.
CENSURA (Poetrix)
MOR
Imolar a internet
Liberdade assassinar
Logo vem a ditadura.
sábado, 13 de agosto de 2011
A LOUCA PROCURA de Sinval Santos da Silveira
O perfume inebriante do jardim florido,
passeia pelos canteiros encantados, tão
bem preparados pela fada jardineira.
Das mãos carinhosas, nascem as folhas
e as flores, cobertas pelo azul do céu.
Uma delas se destaca, não apenas pelo
aroma ou pela beleza, mas pela pureza.
Passeando pelos caminhos da vida,
enlouquece todo o meu ser.
Do nome, nem as letras sei dizer...
Sigo seu doce cheiro. Vou às ruas,
aos mares, chego à porta da Casa de
Deus, faço o sinal da cruz e, finalmente,
recebo uma luz.
Estavas nos meus sonhos, bem próxima
ao meu solitário coração, de braços
abertos, rendendo-se a esta incontrolável
paixão !
Pretendo, agora, te transplantar das frias
noites de inverno, para o calor
aconchegante dos meus braços e,
profundamente, te amar !
....REFLITA
Se a felicidade alheia lhe incomoda, pense bem e reflita. Lembre-se que você não precisa que os outros estejam tristes para que você possa estar feliz. A vida brilha para todos e todos tem a capacidade de nela brilhar...
Fernando Portela
persistente
molha a vida
insistente
rega a flor
prontamente
brota
faz renascer
Me alinho no tempo
aprumo no espaço
olho vidas
sinto
meço
ouço
toco
experimento
morro
Mas a chuva ainda cai lá fora
persistente
molha a vida
insistente
rega
prontamente
brota
me faz renascer.
Miguel
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
MEU AMOR E AS CORES DAS FLORES DO CAMPO de LILIAM MANARA
Tu chegasses de mansinho,
com teu sorriso aberto, franco e maroto,
nas mãos um buquê de flores do campo,
que logo me fosse entregando.
Ah, meu poeta muito amado,
se soubesses o quanto esperei nessa vida,
algum dia receber uma flor de meu amor,
e entregue com tanto carinho,
assim como tu o fizesse.
E que cores e emoções continham estas flores presenteadas...
Como o calor que sinto em meu corpo quando te aproximas,
assim se fez presente o amarelo...
Como o pulsar forte de meu coração quando te vejo,
assim se fez o vermelho...
Como o amor que sinto por ti e que transcende este mundo,
assim se fez o violeta...
Como a energia brilhante que envolve todo o meu ser quando estou contigo,
assim se fez o alaranjado...
E como a paz que preenche todo meu ser quando penso em ti,
(embora aqui confesse, uma paz meio tumultuada
oriunda do meu anjo capeta, que tu és)
Assim se fez presente o branco nas flores do campo.
Será que é por isso que te amo cada dia mais, meu amado poeta gentil?
Desconfio que sim!
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
A GOIABEIRA DO AMOR de Sinval Santos da Silveira
Creio que se possa entender, que os
sentimentos de criança, permanecem
nas lembranças, sem tempo para
esquecer.
Da cidade em que morava, de tudo
o que mais gostava, era o seu pé de
goiabeira.
Com ele conversava e brincava, nos
seus galhos se embalava, e com os
frutos se alimentava.
Sentava-se a sua sombra, contava e
ouvia histórias.
Porém, um dia foi embora para a cidade
grande, e do seu amigo só restou a
doce lembrança.
Passaram-se muitos anos, a saudade
o levou de volta aquele lugar. pois jamais
deixou da goiabeira amar.
Pediu licença ao morador, para a sua vida
de infância retornar.
Paralizado ficou, quando com surpresa
constatou, seu pé de goiaba, lindo e mais
robusto, no mesmo lugar.
Abraçou-se àquela árvore, chorando e
prometendo, dela nunca mais se afastar...
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Pão e Água ( AUGUSTO DE ABREU)
Nunca chegará a ser champanhe e caviar
Não pretendo impressionar a poucos
Quero alimentar com palavras e esperanças
Os muitos que como eu sou simples
Simples como um dia após o outro,
Simples como a flor,simples como as estrelas
Que por serem simples são bonitas
Simples como a simplicidade pura de uma criança
Minha poesia sempre será Pão e Água
Jamais chegarei a ser caviar e champanhe
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Amei (Anjela Poesi)
Te imaginei!
Te amando imaginei você e eu...
Criei sonhos dourados..prateados...
Construí um castelo....
Onde os sentimentos reinavam...
O rei era o amor..a rainha a paixão...
O carinho era a lei ...
A ternura era a fada madrinha...
A harmonia era responsável pela paz...
O respeito comandava tudo...
As flores perfumava os sentimentos...
Os pássaros com seu canto, encantava a todos...
As estrelas piscavam felizes...
A lua majestosa sorria enamorada...
Mas teci com fios da ilusão o castelo...
Só restou a realidade...
E no recomeço hoje amanha e sempre...
Sigo o destino dos sonhos....
MISTERIO NA PRAIA (Sinval S. da Silveira)
O vento, suave e quente, prenuncia
a chegada de um forte temporal.
As duas baías, calmas como lençóis
azuis estendidos em seus leitos,
oferecem uma generosa visão aos
transeuntes em terra.
Algumas aves noturnas, ainda se
arriscam, mar a dentro, em busca de
alimentos.
Embarcações, ancoradas nas
proximidades, parecem, com o mar,
conversar.
E o passado, toma conta dos meus
pensamentos...
Doces lembranças de criança, me fazem
sorrir de felicidade !
Em cada canto, uma história.
O ruído da maré, parece comigo falar.
Sinto saudade da mulher amada...
Agora, o vento aperta e a chuva, forte, desaba.
Antes de partir, escrevo o nome dela e o meu,
na areia da praia, na esperança do mar , aos
seus pés depositar.
Retornei, na manhã seguinte e, sem entender,
somente o nome dela, ainda estava lá...
Alma de Poeta (Susana zilli)
A alma de um poeta,
Que é capaz de chorar
Quando sorri,
Que ama a vida,
Os amores,
E os dissabores.
Rejeita o impossível,
Aceita o desafio
Na sua grandiosidade.
Vive de pensamentos
E de cada momento
Resta apenas
Uma saudade.
Autoria: Susana Zilli.
Existe Poesia na ilha?
(um manifesto para o Verão)
Na Ilha do prazer, todos tem medo do amor; por isso, o poema da ilha deve falar de amor, não diretamente (quem suportaria?), mas indiretamente; ainda que falemos de pedras e de dunas, o tema do poema será o amor e suas metamorfoses. O poema não é uma ilha.
Na Ilha, todas as musas são decaídas, todas as musas estão dormindo, todas as musas são lindíssimas e vão à praia sozinhas, todas as musas precisam do poema, não do poeta.
Na Ilha da ficção, o poeta sofre metamorfoses. Se Baudelaire vivesse aqui, com sua cara de tristeza faria uso de terapias alternativas, shiatsu, yoga e florais de Bach. Se Drumonnd vivesse aqui, seria um poeta municipal, condecorado. Se Vinícius vivesse aqui, largaria os poemas e ficaria só com as mulheres. Se Fernando Pessoa vivesse aqui, morreria de tédio e criaria o seu mais profundo e verdadeiro heterônimo: Sr. Personne. Se Mallarmé vivesse aqui, faria o único poema em linha reta, o poema da linha do horizonte. Na Ilha da ficção, não há poetas, só poemas.
Na Ilha, o poema deve ser quente. A poesia servida fria, o poema parnasiano e concretista, ou pós-modernista da última moda, o poema frio deve ficar no aeroporto, de onde alça voo mais visível. A arte deve ser quente quando o mundo está morno e confuso. O mundo barroco era um caos: o nosso também é.
Na Ilha das mulheres, o poema é pura forma. Isso quer dizer que o poema é puro conteúdo. O poeta é um artesão de conteúdos. O poeta é um arquiteto de dunas.
Na Ilha virtual, do MSN e do Orkut, das praias irreais e de manequins no banho, o poema só tem a oferecer um sistema de sílabas e de silêncio.
A Ilha existe? Nada mais incerto: uma Ilha é sempre interrogável; vamos citá-la entre aspas, vamos soltá-la no mar; ela ressurgirá no poema. Repovoada. E será a ILHA. A Ilha que criamos, não aquela em que caímos.
Na Ilha, o caos está nas ondas, nas pessoas, nos poemas. Mas não há razão para desespero, ilhéus. Entreabrimos uma porta em meio ao caos, em meio ao ruído, e só essa abertura, essa entrada, essa fresta, já assegura a ordem ressonante do poema, o sentido da onda, a poesia na Ilha.
Texto de Heron Moura, professor de lingüística da UFSC.
sábado, 16 de julho de 2011
Amor ( Regina)
Porém composta de vários sentimentos,
É uma palavra doce
Porém tempera qualquer relação,
É uma palavra pequena
Porém engrandece todos os sentimentos,
É uma palavra leve
Porém pesa em qualquer coração,
É uma palavra única
Porém alimenta milhares de seres,
É uma palavra minha
Porém tornou de nós dois,
um só coração.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Ciume Delirante (Sinval santos da Silveira)
O cuidado de te preservar, na minha maneira
de amar, explode em delírio.
Este teu jeito, tão meigo e encantador de ser,
fascina minh'alma, fazendo-me enlouquecer.
Tuas vestes, coladas ao corpo, expõem a
privativa formosura, bordando de amor a
minha loucura.
Teu olhar, tua voz e os trejeitos tão carinhosos,
são como pedras preciosas, precisam ser bem
guardadas, não podendo ser vistas e nem
tocadas. Só por mim, devem ser admiradas...
Não quero que durmas, pois nos sonhos poderias
ser assediada.
Pensei, até, em te dar o céu como presente,
mas os santos cairiam aos teus pés, para te
conquistar.
No inferno, os demônios seriam convertidos,
pois conheceriam a doçura do amor...
Tenho, então, que te manter nesta terra, em
algum lugar, tão distante e isolado, que somente
comigo possas estar...
O Quarto
Aqui foi o nosso mundo
Foi o céu a terra e o mar
Sofremos, rimos e amamos aqui.
Aqui nossos planos e segredos eram desvendados
E nosso destino era traçado.
Lá fora nada importava.
Nessas quatro paredes vivemos momentos tão sublimes,
Que toda uma vida não conta.
Quando entro nesse quarto,fechos olhos e relembro;
Sinto que alguma coisa me invade...
Parece que o amor ficou retido nesse cubículo.
A cama se abre triste e vazia diante de mim
Como a perguntar por onde andas.
A janela que lança as luzes para o interior.
Desanima- se ao ver que não te encontra.
A mesa anciosa para receber seus pertences,
Decepciona-se ao ver que não viestes.
As paredes que tinham ouvidos para os teus gemidos,
Hoje são frias e sem cores sem o teu calor
A brisa doce que envolvia nosso pecado,
Perde-se ao sentir que não voltastes.
E eu por não poder suportar tanta dor fecho a porta
E vou-me embora.
VP
Um amor Real ( vera portella)
Der repente dois olhares se cruzam, como que por encanto, nesse instante, embora cercados de pessoas, sentem-se como se só existissem os dois naquele ambiente, uma onda de ternura e afeto tomam conta de ambos; não conseguem mais desviar a atenção de um para com o outro. Nunca tinha se visto antes, mas a impressão é de que sempre estiveram ligados de alguma forma. Percebem que aquele encontro não fora casual... mas predestinado. A atração um pelo outro é fatal, e desse momento em diante, nem que quisessem, não conseguem mais afastar-se um do outro. Um carinho e um cuidado especial passam a nutrir, sentindo-se como se fora guardião um do outro. Passam a sentir todas as reações e a perceber, como que por um milagre, tudo o que o outro sente... quando tem sede...calor..fome...desejo...dor...alegria ...enfim, são simplesmente almas gêmeas. Quando juntos... Olhos... pele..cabelos se tornam muito mais brilhantes e vivos. Os dois seres , como em um bailar de flores silvestres ,puros e lindos, se abraçam , flutuam em um paraíso encantado e angelical e desejam que esse momento não acabe jamais. Os apaixonados envolvem em deliciosos sentimentos de amor, carinhos , e desvelos um para com o outro e sem a menor dúvida percebem a presença de Deus a seu lado. Um amor completo...onde a verdadeira essência, onde a rara conexão entre dois seres é perfeita. Dois corpos que se fundem em um amor cheio de criatividade, cheio de ternura, carinho e um desejo nunca sentido, nunca imaginado, nunca sonhado, os transformam em um casal inseparável, nada, nem ninguém, mesmo que quisesse poderia diminuir a chama permanente e crescente a cada minuto desse AMOR REAL!
Vera Portelladomingo, 26 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
A casa (AUGUSTO de ABREU)
Não tenho muito a te oferecer,
a não ser um bom café,
alguns biscoitos,
carinho e minha amizade.
Entra, puxa uma cadeira,
serve-te do que quiseres,
não tenhas cerimônia.
Se quiseres café, bebe;
se quiseres biscoitos, come;
se quiseres carinho e amizade,
podes te empanturrar.
Se desejares ficar, fica;
se preferires ir, vai;
porém, se um dia quiseres voltar, volta;
a porta estará aberta,
afinal a casa é tua.
.
FELIZ (vera portella)
segunda-feira, 20 de junho de 2011
ÚLTIMO VÔO Mário Osny Rosa
Jamais pensava na morte.
De um vôo a um vôo maior
Logo como grande recorde.
Numa das maiores estradas
Que é o céu do Brasil.
Macia suave como à vida
Foi de lá a grande partida.
Num céu de azul infinito
Logo mesmo eu medito.
Numa humilde partida
Logo saíste desta vida.
Lá ficou a nuvem surfista
Olhando aquelas vidas.
Só sua chuva copiosa
Como pétalas de rosas.
A regar o jardim do Éden
Chegar à eterna morada.
De maneira inesperada
Daquela última voada.
Amor de verdade (CLAUDIA AFONSO )
Hoje, ao seu lado vejo que era você, meu anjo, meu amigo, meu companheiro, minha paz, meu amor. Você é tudo o que sempre quis em minha vida. Quero poder compartilhar minhas dores, minhas esperanças, minhas alegrias, meu amor. Que a nossa união seja sempre regada por respeito, amizade, companheirismo, cumplicidade e que estejamos sempre abertos um para o outro, aprendendo sempre um com o outro, sermos humildes para aceitar nossas diferenças e defeitos e tentarmos melhorar a cada dia como ser humano. Pois assim seremos mais felizes; com diálogos, sem discussões, vamos, vamos tentar fazer de nossa união uma união tão sonhada para nós dois.
Sei que tenho defeitos e ao seu lado quero poder a cada dia minimizá-los sempre com sua ajuda e paciência. O amor somente não basta numa relação. Por isso quero que nossa relação seja sempre uma relação em que a base seja o carinho, o respeito, o companheirismo, a esperança e o amor. Assim, seremos sempre felizes..
domingo, 19 de junho de 2011
A volta !! POESIA de Sinval Santos da Silveira
lugar.
Poder te abraçar, te beijar e, à vontade,
sem pressa de voltar, te amar.
Falar, muitas vezes, do meu amor,
acariciar tua face, beijar teus lábios,
teus lindos olhos...
Tocar teu corpo, como uma reverência
e submissão à Deusa do amor.
Falar baixinho, para somente tu escutar,
as confidências e intimidades que iria
confessar.
Ouvir teus gemidos constantes, numa
explosão de prazer, privativa dos amantes.
Ah quem me dera voltar aquele lugar, para,
novamente, te amar...




















